segunda-feira, 5 de julho de 2010

Outro outro!!

Oii pessoaas!! Entounces, jah q eu to aqui sem nada a fazer (mentira, to esperando noticias de um trabalho q naum fica pronto ¬¬') decidi postar outro capitulo!! AEAEE!!
Boa leeitura
obs:o negocio tah ficando tenso...

CAPÍTULO 8 – FAMÍLIA

Depois de pensar bastante e conversar novamente com Felipe, eu decidi esquecer meus temores e viajar logo com ele para ver seus pais. Afinal, já estava mais do que na hora. Três meses e Felipe ainda não tivera a oportunidade de me apresentar a seus pais como namorada.

- Então, divirtam-se. Cuidado. Não voltem tarde...

Minha mãe começou a falar como se eu fosse sair do país, e não fazer uma simples viagem com meu namorado. Mas ela era assim e nada a faria mudar. Eu não podia reclamar, pois se ela não tivesse conversado com papai, ele não me deixaria ir com Felipe. Minha mãe já tinha prática em enrolá-lo... digo, convencê-lo.

Despedi-me de todos e agradeci a Sophia por ter me feito ir atrás dele, mas ela já tinha enjoado de ouvir meus agradecimentos que duraram a semana inteira. Também agradeci a Lisa, que – eu soubera depois – contou a Felipe como eu tinha ficado e o convenceu a vir falar comigo.

Entrei no carro, e a medida que via a estrada passando, ia me sentindo cada vez mais nervosa. Apesar de ter conversado com Felipe milhões de vezes sobre isso durante a semana, não conseguia esquecer o medo que tinha quanto ao que me esperava na casa dos pais dele. A situação piorou quando no meio da viajem ele contou algo que tinha ocultado a semana inteira.

- Os pais de Nanda foram morar fora do país com o irmão dela, o Marcos.

- E? Quer falar logo? – estava impaciente.

- Ta, só quero que se controle.

- Por quê? Vou te dar um tapa se não me contar agora! – gritei.

- Nanda está morando com meus pais. Está até no meu quarto. – ele me encarou esperando uma reação.

Senti meu rosto passar de vermelho para branco, de branco para vermelho e novamente para o branco em apenas um segundo. Encostei a cabeça no banco e levantei a mão quando vi que ele falaria algo. Respirei fundo e depois voltei a olhar para ele.

- Tudo bem. – falei calmamente.

- Tudo bem de verdade? Ou quando chegarmos lá você vai pular nela e matá-la?

Ri da expressão dele e beijei-o, na esperança de demonstrar que estava calma. Mas parei logo, pois ele estava dirigindo, e eu não estava afim de causar um acidente. Pelo menos não um que envolvesse ele.

- Vou me comportar, prometo. Serei civilizada com ela, tentarei conhecê-la. Mas me recuso a fazer “clubinho do pijama” e dormir no mesmo quarto que ela.

- É por isso que amo você. – ele riu.

- Eu sei. – fiz uma pausa, olhando pela janela do carro – Como ela é?

- Como assim?

- Assim.

- A verdade?

- Claro. – encarei-o.

- É uma menina doce, companheira. Mas às vezes exagera.

- Conhece ela a muito tempo?

- Desde criança.

- Ela dava em cima de você?

- Não, apenas brincávamos juntos. – olhou-me como se minha pergunta fosse um absurdo e depois voltou a atenção para a estrada.

- É bonita? Mais que eu?

- Diferente. Belezas diferentes. – revirou os olhos – E você sabe que será sempre a mais bonita do mundo. – deu um sorriso fraco para mim, que iluminou o meu. Mas isso não me impediu de fazer uma pergunta crucial.

- Beija melhor que eu? – olhei-o com uma sobrancelha levantada.

O carro dançou na pista e Felipe quase perdeu o controle. Olhei-o intrigada. Ou talvez com medo da resposta que receberia.

- Que pergunta é essa? – ele finalmente falou.

- Apenas responda. – olhei para frente.

- Porque isso é tão importante?

Felipe passou a mão pelo meu rosto e me fez soltar o que estava preso em minha garganta desde o começo da semana.

- Não quero ter a chance de te perder para ela. – encarei a janela, com vergonha de olhá-lo.

- Sabia.

Felipe levou o carro até o acostamento e desligou-o. Depois se virou para mim e me fez olhá-lo, do jeito que ao mesmo tempo eu amava e odiava. Tentei não encarar seus olhos, mas não tive outra opção.

- O que eu te disse no dia do seu aniversário? – não respondi, afinal, não sabia do que ele falava – Disse que não te tirava da cabeça enquanto namorava com ela. – não pude deixar de sorrir.

- Eu sei disso. Mas...

- Esqueça todas as dúvidas que tiver quanto a isso. Eu te amo desde que tinha 8 anos. – ele riu lembrando – Acha que tem alguma chance de te trocar por ela?

- Eu sei. Mas você não pode me culpar por isso. Entende, que se eu te perder, perco meu chão?

- Como você disse uma vez, sim, eu sinto a mesma coisa – beijou-me delicadamente – Se te dizer que nunca senti nada por ela é mentira. – arregalei os olhos – Mas não passou de um grande carinho. Não faça essa cara.

- Promete que se sentir algo por ela, vai me contar?

- Marina...

- Por favor.

- Está bem, mas isso não vai acontecer. – virou-se para a estrada – Será que podemos ir agora? – perguntou seriamente.

- Eu sou uma idiota, desculpe. – deitei a cabeça em seu ombro. – E sim, podemos ir.

Felipe passou o braço a minha volta e beijou minha testa. Acabei adormecendo, o que me deixou mais calma. Quando fui acordada por Felipe, estávamos chegando à casa de seus pais.

- Desculpe te acordar, só pensei que fosse querer se ver no espelho. – ele riu.

- Muito engraçado. Então, já me perdoou? – perguntei enquanto arrumava meus cabelos bagunçados.

- Esqueça isso. – ia falar algo, mas ele me cortou – Chegamos.

De repente um ar frio atravessou meu corpo, da cabeça aos pés. Felipe saiu do carro e deu a volta para abrir a porta para mim.

- Pronta? – estendeu a mão.

- Pronta. – não estava nem um pouco pronta.

Segurei firme na mão dele e saí do carro. Olhei para frente e vi seus pais: dona Cláudia e seu Carlos. Ao lado deles estava Fernanda. Com meu jeans e bata, me senti uma freira ao vê-la: ela vestia uma mini-saia, um top preto e um colete acima do umbigo. Mas ela era linda, eu tinha de admitir. Era alta e magra, com os cabelos pretos e lisos descendo pelas costas. Apertei ainda mais a mão de Felipe.

- Lipinho. – Fernanda correu em nossa direção e pulou em Felipe, que a abraçou, mas não soltou minha mão. – Que saudades, achei que não viesse mais me ver.

- Bom te ver Nanda. – respondeu Felipe, me puxando para perto – Essa é Marina.

- Prazer. – falei, estendendo a mão para ela, que retribuiu.

- Bonita sua amiga, Lipinho. – ela disse me encarando.

- Namorada. – ele corrigiu. – Pai! – fomos cumprimentá-lo. – Lembra da Marina, não é?

- Claro que sim. Está linda como sempre. – seu Carlos me abraçou.

- Obrigada.

- Mãe! – exclamou Felipe – Como está?

- Muito bem meu filho. Com você e Nanda aqui, me sinto completa.

Tomei aquilo como um balde de água fria. Seria difícil conquistá-la, mas eu não desistiria. Não havia nem começado.

- Lembra da Marina, mãe? – continuou Felipe.

- Vagamente. Como está?

- Bem, obrigada. – respirei fundo.

- Vamos entrar. – disse seu Carlos.

- Vamos sim pai. Só tenho que pegar as malas no carro.

- Eu te ajudo. – falei antes que Fernanda pudesse se oferecer.

- Tudo bem? – Felipe perguntou quando chegamos ao carro. Acenei afirmando com a cabeça. – Ótimo, está se saindo bem, apenas relaxe. – beijou-me – Vamos, antes que minha mãe nos pegue pelos cabelos. – rimos juntos.

A casa era muito bonita, tanto por fora quanto por dentro. A sala era grande e toda decorada com objetos antigos. Passei o olho por toda ela e por um corredor comprido que dava para uma escada.

- Filho, leve Marina lá em cima para deixarem as malas. – falou o pai dele.

- Claro, vamos. – pegou minha mão e começou a me levar pelo corredor.

- Lipinho – interrompeu Nanda –, estou usando seu quarto. Você pode ficar lá comigo e a Marina fica do quarto de hóspedes.

- Isso. – disse rapidamente dona Cláudia – Nandinha, leve as coisas do Felipe para seu quarto, e as de Marina para o de hóspedes.

Olhei pasma para Felipe, que exibia a mesma cara de espanto que a minha. Abraçou-me e se dirigiu a sua mãe.

- Não, não. Nanda pode ficar com o quarto, eu vou para o de hóspedes com Marina.

- Meu filho...

- Venha Marina! – pelo jeito, ele havia ficado tão irritado quanto eu com aquela situação. Mas me fez bem vê-lo me defender.

Passamos pelo corredor em direção a escada e subimos ao segundo andar, seguidos pelos olhares de todos. Pude ainda ouvir os pais de Felipe discutindo sobre o que havia acabado de acontecer.

Entramos em um quarto grande e muito bonito, como o resto da casa. Larguei minha mala em cima da cama e sentei na ponta dela, sem dizer nada. Observei Felipe largar a mala dele e se dirigir a janela. Sem motivo aparente, ele começou a rir.

- Eu achava que era bobagem sua ficar preocupada com minha mãe, que ela seria adulta o suficiente para entender. Mas vejo que não conheço minha própria mãe.

- Não fale assim. – aproximei-me dele – Tente entendê-la.

Vi a situação se inverter, agora era eu quem o consolava e tentava fazê-lo entender.

- Ela sempre disse que queria o melhor pra mim, minha felicidade.

- Para ela o melhor para você, sua felicidade, é ficar com Fernanda.

- Mas não é.

- Que bom. Penso da mesma forma. Só temos que provar isso a ela agora.

- Obrigada. – ele me abraçou forte.

- Por quê?

- Por ter vindo comigo, enfrentar seus sentimentos.

- O mais precioso e forte deles é o que sinto por você. Meu lugar é onde você estiver.

Vi em seus olhos admiração e paixão, e não precisei de mais nenhuma palavra dele para comprovar a reciprocidade do que havia dito. Distraímos-nos até ouvirmos alguém bater na porta.

- Filho, posso entrar? – era seu Carlos.

- Entre pai.

Quando ele entrou, vi em seu rosto um pedido de desculpas e vergonha pela atitude da mulher.

- Marina, – disse ele – peço perdão pelo que aconteceu lá embaixo.

- Não precisa se preocupar com isso.

- Precisa sim. Minha mãe não... – Felipe estava irritado.

- Esqueça isso Felipe. O senhor também seu Carlos.

- Menina de ouro. – reiniciou o pai dele – Agora, vamos almoçar, devem estar com fome.

Nem me lembrava da hora e de que mal havia tomado café da manhã até ele falar. Acentimos e descemos, sem mais tocar no assunto. Sentamos a mesa, onde Nanda e Dona Cláudia esperavam, em meio a uma conversa. Perguntei-me se discutiam um jeito de me descartar da família de uma vez por todas.

O almoço foi calmo, silencioso. Não houve nenhuma ironia nem outro tipo de tentativas de me deixar mal. Felipe se acalmara e contava aos pais as novidades, como estava sendo morar sozinho e em outra cidade.

Seguimos para a sala onde a situação ficou mais descontraída. Dona Cláudia até pediu para Nanda buscar o álbum de fotos da família, coisa de mãe. Porém não foi para me mostrar como Felipe era fofinho quando criança que ela pediu isso.

Peguei o álbum nas mãos, animada, pensando que o mal estar tivesse acabado. Foi quando me dei por conta de que fotos eu olhava. As primeiras eram dos quatro juntos: Dona Cláudia, seu Carlos, Felipe e Fernanda. Depois eram fotos só dos dois últimos, a maioria abraçados. Mas o que me fez ferver de raiva foi quando vi, em uma delas, os dois aos beijos, de modo apaixonado, ao que parecia.

Senti minha pele esquentar e as lágrimas se acumularem em meus olhos, quando Felipe arrancou o álbum de minhas mãos e o jogou na lareira que estava acesa, queimando todo o conteúdo, que Fernanda não conseguiu salvar quando tentou.

- O que você fez, eram minhas fotos! – gritou Fernanda.

- Nina, olhe para mim. – ele pediu, ignorando-a.

- Com licença. – pedi, levantando. Porém Felipe me segurou.

- Espere, minha mãe deve desculpas.

- Não. – falei com a voz fraca, quase chorando. – Deixe-me subir.

- Tudo bem. Já subo também.

Soltei-me de seus braços e andei devagar pelo corredor, conseguindo ouvir o que Felipe dizia a sua mãe.

- Por que está fazendo isso contra ela?

- Não estou fazendo nada contra ela. Apenas não concordo com sua decisão.

- Você não tem o direito de fazer isso. – gritou – Só não vou embora agora por causa de papai.

Ouvi seus passos em minha direção enquanto eu me aproximava do quarto. Deitei na cama e não pude me conter e comecei a chorar. Tentei esconder meu rosto de Felipe em um travesseiro, mas ele me puxou para perto, me envolvendo em um abraço que me acalmou um pouco.

- Se quiser, nós vamos embora... – falou passando a mão em meus cabelos.

- Não... seu pai... – consegui dizer – Es... estou b... bem. – continuei em meio a soluços.

- Está brincando? – segurou meu rosto – Ela passou dos limites.

- Você... sabia... daquelas fotos? – perguntei tentando mudar o foco do assunto.

- Faz muito tempo, achei que não existissem mais.

- Desculpe, eu não devia ter ficado assim. Conversamos muito sobre isso. – sentei de frente para ele. – Mas, nas fotos, você parecia tão... tão... apaixonado. – olhei para baixo.

- Paixão sim. – encarei-o perplexa pelo modo tão direto da resposta – Amor não. – completou – Eu realmente gostava dela. Teve um tempo que achei que a amava, foi quando tiramos as fotos. Mas me dei conta que era uma paixão repentina, que logo passou, e que fez com que lembranças suas voltassem a minha cabeça.

- Você disse que nunca me esqueceu.

- Sim.

- Então como pode dizer que lembranças minhas voltaram a sua cabeça?

- Elas estavam guardadas, mas nunca esquecidas. Como algo que você quer olhar de novo, mas vai adiando, até não agüentar mais. – sorriu passando a mão em meu rosto.

- Como pude ser tão idiota. Como pude recusar o que você sentia?

- Já não penso mais nisso. Agora te tenho aqui comigo.

- Eu te amo mais do que tudo.

A veracidade de minhas palavras me atingiu e me fez abraçá-lo e beijá-lo como nunca antes. Não vi o tempo passar enquanto ficava ali com ele, por ser o que eu mais queria na vida e porque esquecer as horas me faria bem depois do ocorrido.

Meu estômago parecia agir contra mim, pois começava a se agitar, e eu comecei a sentir muita fome. Ouvi-o roncar enquanto estava abraçada a Felipe, e acho que foi alto o bastante para ele também ouvir.

- Acho melhor descermos e comermos.

- Não. – sussurrei – Sei que devia, mas não quero descer.

- Isso é bobagem.

- Olha, porque não desce, come algo e fica com seu pai enquanto eu tomo um banho.

- Tem certeza? – balancei a cabeça – Tudo bem, então. Vou fazer isso, mas vou preparar alguma coisa para você e depois trago.

- Isso. Agora vá. Seu pai deve estar se sentindo mal. Tranquilize-o.

- Tá. Eu não demoro. – beijou-me e me mostrou onde pegar as coisas para o banho. Depois desceu.

Embaixo do chuveiro, repassei em minha cabeça tudo que havia acontecido só naquele sábado. Respirei fundo milhões de vezes e pensei em Felipe, que merecia que eu me esforçasse para conquistar sua mãe. Aquele sentimento ruim gritava como se fosse pular de dentro de mim, mas eu o abafei. Coloquei todos meus pensamentos em uma balança e depois de algum tempo, decidi que não voltaria para casa enquanto, no mínimo, Dona Cláudia não me ouvisse.

Um pouco mais animada do que antes, saí do chuveiro e comecei a me trocar no banheiro, um pouco apertado, se comparado com o meu. Terminava de arrumar o cabelo quando ouvi vozes no corredor.

- Lipinho, volte aqui. Lipinho! – consegui distinguir Fernanda pelo jeito que chamava Felipe.

- Me deixe em paz! – ele gritou. Entrou no quarto e bateu a porta.

Saí do banheiro com os olhos arregalados, sem entender nada do que acabara de acontecer. Vi Felipe largar uma bandeja com comida e sentar na cama, de costas para mim.

- O que foi que aconteceu? – perguntei sentando ao lado dele.

- Nada.

- Não me tire para idiota. O que aconteceu?

- Fernanda estava enchendo o saco, só isso.

- Mesmo? – tentei fazer com que me olhasse.

- Mesmo. – beijou minha testa – Esqueça isso. Trouxe sua comida. – levantou e pegou a bandeja – Está com fome?

- Sim. – respondi ainda intrigada.

Deixei minha desconfiança de lado e comi tudo o que ele havia preparado e, como sempre, estava muito delicioso. Aliás, eu precisava me controlar, pois estava comendo além do necessário e a cada dia me sentia maior. Minha barriga estava mesmo maior, de um jeito estranho. Mas quando perguntava a Felipe, ele dizia que eu estava linda como sempre.

O pai de Felipe foi ao quarto desejar boa noite e novamente vi um pedido de perdão nos olhos, que, com palavras, foi expresso através de gentilezas.

Depois de nos despedirmos dele, decidimos ir logo dormir, pois o dia fora muito longo e com complicações desnecessárias, que queríamos esquecer. Pensei que demoraria a dormir, mas, felizmente, dormi rapidamente e muito calma por estar nos braços de Felipe.

Acordei com um susto no outro dia: alguém batia na porta. Felipe ainda estava ali deitado também, e logo se apressou a falar.

- Pai? É você, pai?

- Não, é a Nanda. – ela tinha um tom calmo e baixo – Posso entrar. Juro que não é para arranjar confusão.

Acenti com a cabeça para Felipe, quando ele me olhou, como se perguntasse o que diria a ela com os olhos. Sentei rapidamente e prendi os cabelos, ficando um pouco mais apresentável.

- Tudo bem. Entre.

- Com licença. Desculpem atrapalhar.

- Não atrapalha. – falei antes de Felipe. – Pode falar.

- Queria saber... se você não quer dar uma volta comigo. Só nos duas. – ela parecia um pouco nervosa, com aspecto diferente do dia anterior.

Felipe engasgou ao meu lado, tão surpreso quanto eu. Não conseguia entender o que ela pretendia com aquilo. Seria mais uma tentativa de me mandar para casa sem chance de volta?

- Desculpe, mas eu...

- Não se preocupe. Não vou te matar, só quero conversar.

- Não sei se é uma boa idéia. – falou Felipe, que até agora só prestava atenção ao diálogo.

- Não. Tudo bem. Eu vou. – fiquei realmente curiosa – Pode me esperar lá fora?

- Sim, mas venha rápido. Acho que Cláudia não gostaria disso.

Fiquei mais curiosa ainda. Então Cláudia não sabia do que Fernanda estava fazendo. Decidi dar a ela um voto de confiança e fui me arrumar. Felipe ainda olhava com cara de quem não gostava da idéia, mas ele confiava em mim, e me deixou fazer o que achei melhor.

P.S.: Hj eu dedico o post pra Brukee, q foi a primeira pessoa pra quem eu contei do livro e também do blog... e ela me apoiou mto mto... E ELA TAH MTO EMPOLGADA COM O LIVRO SHAHSAHSAHSHASHA Amo mto vc amore bjss

3 comentários:

  1. OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHN pra eeeeeeles!
    TENSO pro encontroo!!!!
    Estou meeeeeeeeega ultra power curiosa OO:
    TE AMO MUITO GAROTINHA!
    Beeeeeeeijos da Nathe =*

    ResponderExcluir
  2. Bom já te disse isso pessoalmente, de várias milhoes de formas, mas por aqui ainda não, então...
    guria PARABENS pelo livro, po cada capitulo escrito, tu tem me surpreendido muito com tanta habilidade para escrever e instigar minha curiosidade! sério! tenho amado cada capitulo, muito criativo!
    e AAAAAAAAAAAAE um post dedicado a mim =DDDDD
    que felicidade! :DD
    muuuuuuuuuuuito obrigada *--*
    te amo MUITO!
    beijo

    ResponderExcluir
  3. ohn ohn ohn guriaa! ta ficandoo tensooo! uashuashuash
    amei amei *o* mt lindinhoooos!
    te amo demais,beijão da rafa (;

    ResponderExcluir