quarta-feira, 23 de junho de 2010

Troouxa!!

Amoores não reparem nos outros dois posts... Eu fui beem esperta e postei soh o título sem querer =P Isso pq eu sou uma pessoa mto esperta, e pior q eu consegui fazer a mesma coisa duas vezes ¬¬' Mas enfiim, to aqui pra postar o sexto capítulo amoreees... Então aí tah ele...
Beijinhoos...

CAPÍTULO 6 – 18 ANOS

Bom Dia! Já acordou?

Quando acordar, responde...

Te Amo...

Eu namorava com Felipe a pouco menos de um mês, e todos os dias acordava com uma mensagem dessas. Umas mais inspiradas, outras menos, dependia de seu humor.

Como sempre a primeira coisa que fiz ao acordar, foi responder, pois sabia que ele estaria esperando:

Acabo de acordar.

Também Te Amo...

Sentei na cama segurando o celular, e, dois minutos depois, ele tocou:

- Lipe?

- Lisa. Não olha mais o número de quem está te ligando?

- Desculpe, mas fale...

- Vamos sair hoje? Aproveitamos para ver os últimos detalhes da festa.

- Claro. Qual a boate?

- Não, vamos ao parque. O que acha de um piquenique?

- Ótimo. Vou falar com...Opa! Ele está me ligando. Falamos depois.

- O.k.

Esperei o celular tocar novamente.

- Oi Lipe.

- Marina, aqui é o Anderson, da faculdade.

- Ah, desculpe. – eu realmente devia olhar o número – Aconteceu alguma coisa?

- Não, é só para saber se o trabalho está feito. Eu faria, mas você insistiu... – mentira, eu não costumava gostar de fazer trabalhos.

- Está pronto sim. Fiz com Felipe. – dei ênfase ao “com Felipe”.

- Ta bom. Tchau.

Não deu tempo nem para a resposta. Sempre achei aquele garoto estranho. Já era a segunda vez que me ligava por causa do tal trabalho. E às vezes ele ficava me olhando durante algumas aulas. Claro que não falava sobre isso com Felipe, já notara que era um pouco ciumento. Mas eu também era, admito.

O telefone tocou, e finalmente era Felipe.

- Oi Lipe. – falei animadamente.

- Oi Nina. Com quem falava? Seu celular só dava ocupado.

- Ah. Primeiro Lisa, depois Anderson. – falei demais.

- O que aquele idiota queria de novo? – ele falou engrossando a voz. Não pude deixar de sorrir, sabendo do ciúme dele.

- Nada de mais, relaxe.

- Não devia ter dado seu número para ele.

- Não dei. Não sei como conseguiu.

- Hm. – ele ficara mal-humorado.

- Esqueça ele. Vamos ao parque com Lisa hoje?

- Não sei. – ele ainda estava mal-humorado.

- Vamos, vai ser bom. – tentei anima-lo.

- Não estou com vontade. – falou sério.

- Quando realmente quiser conversar, me ligue. – falei séria e desliguei.

Não fiz por mal. Apenas notara que isso dava certo quando ele ficava daquele jeito. Ajudava a acalmá-lo e depois ele ligava com uma dose a mais de delicadeza do que o normal. Mas comecei a me preocupar, pois ele não retornou a ligação. Esperei um, dois, três, dez minutos e nada. Será que o deixara mesmo irritado, ou será que tinha o magoado?

- Ninaaaaaa! – gritou Sophia – Felipe está aqui.

E agora, não dava tempo para eu me arrumar, o que faria? Apareceria com cara de sono, horrível como estava? Pelo menos sabia que ele não ficara bravo. Rapidamente, do jeito que consegui, fiz o melhor que pude, ainda achando-me horrível. Mas se não fosse rápida, era capaz de ele desistir e ir embora.

Cheguei a sala e ele se levantou do sofá ao me ver, mostrando seu lindo sorriso. Minha vontade ao vê-lo tão perfeito, era correr para meu quarto e me arrumar por mais ou menos uma hora, mas agora era tarde.

- Vejo vocês depois. – disse Sophia, saindo da sala.

- Nina, desculpe meu mal-humor, fui muito grosso com você. – abraçou-me.

- Esqueça. – falei, apertando os braços em seu pescoço.

- Tudo bem. – beijou-me – Confia em mim?

- Sim, mas... – achei a pergunta estranha, principalmente porque veio acompanhada de um sorriso.

- Então coloque isso. – estendeu-me um lenço.

- Para que é isso?

Ele não respondeu, apenas colocou o lenço em meus olhos, tapando minha visão.

- O que...?

- Estou te seqüestrando. Venha.

Ele me levou até fora de casa e me ajudou a entrar no carro. Achei melhor não fazer perguntas durante o caminho, apenas virava a cabeça de um lado para outro e batia o pé. Estava ficando nervosa, sem saber aonde ia e sem poder ver nada. Ele riu.

- O que foi? O que foi? De que está rindo?

- De você.

- Ah, sou engraçada? Coloque-me num circo. – irritei-me.

- Acalme-se, nós chegamos. – beijou-me no rosto.

Saiu do carro e deu a volta para me ajudar. Levei um susto quando ele me pegou no colo, fazendo-me ficar mais perdida do que já estava. Depois de um tempo ele me soltou e finalmente tirou o lenço de meus olhos. Não conseguia acreditar no que via.

- Então, o que acha? – perguntou, vendo minha perplexidade.

Estavam no lugar onde ele havia me pedido em namoro. No chão estava colocada uma toalha preparada para um café da manhã e algumas flores a volta. Não consegui dizer nada. Apenas virei-me para ele e beijei-o.

- Mereço isso tudo? – perguntou depois do beijo.

- Sim, merece mais. Está perfeito.

- Que bom essa era a intenção.

Estava tudo cheirando bem demais. E o gosto também estava maravilhoso. Descobri, então, que ele preparara tudo aquilo.

O tempo passava correndo, mas aproveitamos cada segundo. Conversamos, tomamos aquele café maravilhoso e namoramos é claro. Até que me lembrei de Lisa e de seu convite.

- Já falei com ela, virá para cá depois.

Ele realmente havia pensado em tudo.

- Sua festa será a noite, não é? – perguntou.

- Sim, por quê?

- Acha que pode escapar?

- O que quer dizer?

- Preciso que saia da festa para que possa te dar meu presente.

- Vou ver o que posso fazer...

- Prometa!

- Prometo! – levantei a mão direita e ri. – O que é o presente?

- Acha que vou contar?

- Não vai?

- Claro que não. – encerrou a conversa, sem me dar chance de perguntar outra vez.

Uma hora depois, Lisa chegou e passamos a tarde ali, fazendo tudo e nada ao mesmo tempo. Ela conseguiu me deixar ansiosa por causa da festa de tanto que falara nela. Mas só aconteceria dali a uma semana.

O tempo passou muito devagar naquela semana. Não via a hora de fazer 18 anos, saber o que ganharia de Felipe, e poder dirigir meu Volvo. Mas finalmente o Sábado chegou. Não diferente do normal, acordei com uma mensagem de Felipe. E havia outra de Lisa também.

Bom Dia Amor...

Parabéns...não preciso dizer que quero te ver muito feliz.

Aproveite o dia todo, cada segundo...

Não esqueça que você é a coisa mais importante da minha vida.

Te Amo muito...

Amigaaa... Te adoro demais...

Parabéns para nós...Te vejo logo...

Beijo...

Respondi aos dois alegremente, parabenizando minha amiga também. Logo depois, meus pais e minha irmã, irromperam pela porta, gritando e segurando uma bandeja de café para mim. Em seguida, Maria chegou com um delicado anel, me fazendo chorar.

Lisa chegou depois do almoço, com um enorme urso nos braços e entregou-o a mim. Abracei-a forte e dei a ela o urso que também tinha comprado para ela, mas que era muito menor.

Diferente da semana o dia passou rápido, pois eu estava ocupada. O único problema era que Felipe só chegaria a noite, mas eu podia agüentar. Chequei tudo milhões de vezes, inutilmente, pois estava impecável, mas nada me faria ficar menos nervosa.

A festa já começou perfeita, com todos meus amigos ali, e com Felipe que acabara de chegar. Lisa estava linda, e, modéstia parte, eu também. Aproveitamos tudo, rimos, conversamos, dançamos, e tudo do modo mais perfeito. Mas apesar de não dever querer mais nada naquele momento, não me contentei até ser a hora de ir com Felipe para saber o que era meu misterioso presente.

Saímos de fininho, sem dispersar os convidados e muito menos meus pais. Fomos até a casa dele que estava incrivelmente arrumada e decorada. Perguntei-me se ele fizera aquilo sozinho, ou se alguém arrumou a casa para ele. Sentamos no sofá que ficava no centro da sala e ele parecia um tanto nervoso.

- Então... escapei da festa... e agora?

- Sabe, quando eu comecei a te incomodar quando criança... – ele começou, encarando uma almofada.

- Ah, não vamos voltar... – levantei seu rosto para mim.

- Como eu ia dizendo... – ele me interrompeu e eu revirei os olhos – Fiz aquilo porque realmente fiquei chateado, porque eu gostava de você e...

- Seu presente é me deixar mal?

- Não, por favor, escute sem interromper, pode ser?

- Tudo bem.

- Lembra que eu te disse que só tive uma namorada e que não durou nada?

- Sim, mas... – colocou o dedo em meus lábios, fazendo-me parar.

- Eu não te disse o porquê. – balancei a cabeça. – Não consegui ficar com ela, pois só tinha outra no pensamento.

- Ótimo falar isso agora. – ironizei.

- Você é tonta ou se faz? – fiz cara de dúvida, ele deu uma risadinha – eu não conseguia te tirar da cabeça. – fiquei perplexa – Sei que é estranho, mas nunca consegui te esquecer. Não conseguia controlar. Sempre perguntei de você pra Lisa, ela me mandava fotos e... – beijei-o com muita vontade, ninguém tinha me dito algo do tipo, se declarado daquele jeito.

- Eu te amo, sabia? – disse a ele.

- Sabia. – ele riu – Você sabe que te amo. Mas me ama o bastante para aceitar meu presente, ou seja o nome que quiser dar?

- Mas você ainda não me disse o que é?

Ele passou a mão pelo meu rosto, e desceu pelo meu braço até minha cintura, puxando-me para ele. Começou a beijar-me de um jeito nervoso.

- O que está fazendo? – perguntei atingindo o mesmo nervosismo que ele.

- Desculpe-me, sou um idiota. Como pensei que você...

- Pensou certo. – respondi decidida.

Ele entendeu o que eu quis dizer, e eu aceitei seu presente, o mais perfeito de todos. Assim, vi que o amava incondicionalmente e que amaria para sempre. E por sorte minha, o que ele sentia era recíproco.

Quando acordei no outro dia, demorei alguns segundos para me dar por conta do que havia acontecido. Lembrei-me de tudo e corei, sem saber muito bem o porquê. Olhei de um lado para o outro, ainda um pouco tonta por ter acabado de acordar, mas não achei Felipe em lugar algum. Achei bom, de certa forma, pois isso me deu tempo para me levantar e me arrumar.

Fui até o banheiro de Felipe, que por sorte, era grande, mas não maior do que o meu.

Sorri ao sentir seu cheiro que estava por todo o banheiro. Surpreendentemente encontrei uma bolsinha de mão com coisas minhas em cima da pia com um bilhete ao lado que tinha a letra de Felipe.

Amor, achei melhor pedir para Lisa trazer algumas coisas suas.

Sabia que você iria querer.

Aliás, seus pais acham que você está na casa dela.

Estou preparando o café.

Dessa quando estiver pronta.

Amo você mais que tudo...

Sorri para o bilhete, feliz de ter minhas coisas ali e também de não ter que dar explicações para meus pais sobre onde havia dormido, ou não... Arrumei-me do melhor jeito e fiquei ainda mais feliz quando vi a roupa que Lisa trouxera. Era uma das melhores e mais confortáveis que possuía. Com os cabelos presos em uma trança jogada por cima do ombro, desci as escadas tomando fôlego, pois estava um pouco envergonhada. Mas mesmo assim, estava feliz demais para deixar isso ocupar minha cabeça.

- Bo...bom dia. – eu não parecia ser a única a estar envergonhada. – Eu... seu café. – ele estendeu uma xícara para mim.

Aproximei-me dele e peguei o café, que cheirava muito bem, mas larguei-o na mesa perto de mim e abracei-o forte, e ele retribuiu com muita vontade. Ficamos assim dois minutos, sem falar nada, apenas relembrando.

- Ainda bem que você desceu. Já achei que iria dormir até a tarde.

- Que horas são? – procurei um relógio com os olhos.

- Já são quase 11h30min. – arregalei os olhos – Por isso eu fiz um café-almoço para nós. – apontou com a cabeça para a mesa, toda preparada.

- Você é demais. – beijei-o – Eu realmente estou com fome. Posso? – olhei para a mesa e ele riu de meu jeito.

- Claro que pode. Também estou com fome. Estava te esperando.

Beijei-o novamente e me sentei à mesa. Enchi o prato e devorei tudo que coloquei nele, repetindo. Não me importei de ele estar me olhando comer tudo aquilo e nem que aquela comida se alojaria em minha barriga, me engordando. Apenas fiz o que veio a minha cabeça.

Enquanto tomava um gole de suco, notei que ele me encarava sem piscar, ou sem que eu o tenha percebido piscar. Não que aquilo me incomodasse, pelo contrário, eu adorava ver a sua atenção focada em mim, mas não resisti em perguntar:

- O que foi? Porque está olhando-me deste jeito?

- Nada, só estou admirando sua capacidade de ficar linda o tempo todo. – corei.

- É a mágica da maquiagem, meu querido. – quis fazer piada, consegui faze-lo rir.

- Sei, sei. – levantou-se – Mas você fica linda de qualquer maneira, sem a mágica da maquiagem.

Ele levantou-me da cadeira e pegou-me no colo, depois me levou até a sala enquanto me beijava.

- Assim você vai me acostumar mal. – falei rindo enquanto ele sentava ao meu lado no sofá – Não que eu esteja reclamando.

- Só você mesmo. Mas... – a campainha interrompeu-o – Vou ver quem é. – levantou-se e dirigiu-se a porta.

- Oi Lisa. A Nina está na sala, venha. – o ouvi dizer.

- Oi Lis. – falei animada. – Que bom que está aqui.

- É? Pensei que estivesse atrapalhando. – minha amiga estava encabulada.

- Não está não. – levantei e abracei-a.

- Que bom. – fez uma pausa – Não quero ser estraga-prazeres, mas é melhor você voltar para casa agora Mari.

- Infelizmente você está certa. – peguei minhas coisas que estavam em um canto do sofá – Vamos?

- Quer que eu vá com vocês? – perguntou Felipe passando os braços pela minha cintura.

- Querer eu quero, mas acho melhor não.

- Está me dispensando?

- Espero lá fora. – Disse Lisa, saindo. Acenei com a cabeça para ela.

- Não. – respondi a Felipe. – Apenas acho que Lisa se sentirá melhor assim.

Ele abraçou-me forte, levantando-me do chão e me beijou se despedindo. Depois saí e voltei para casa com Lisa.

- Meu Deus, meu Deus! Não acredito, não acredito! Minha nossa, minha nossa!

Depois que contei a Lisa o que havia acontecido ela começou a falar feito papagaio. Tive de sacudi-la para fazê-la parar antes de chegarmos até minha casa. Não seria uma boa idéia deixar meu pai ouvir. No mínimo ele mataria Felipe, o partiria em pedacinhos e jogaria em um buraco qualquer. Meu pai era muito conservador, e suas filhas eram seus tesouros preciosos e intocáveis.

Entramos passando pela sala e eu agradeci que minha mãe não estivesse ali para me fazer perguntas que eu não tinha vontade alguma de responder. Mas eu não escapei dela. Quando entrei em meu quarto ela estava em minha escrivaninha mexendo no computador.

- Princesa. Como se sente mais velha?

- Mais velha. – respondi, ela riu.

- Gostou da festa?

- Sim mãe.

- Não faltou nada?

- Não mãe.

- Estou incomodando?

- Sim mãe. – ela fechou a cara – Não mãe, só preciso de um tempo para me organizar. – tentei consertar.

- Vou deixá-las então. – ela sorriu e dei um beijo em cada uma.

Quando ela fechou a porta, me virei para uma cadeira e coloquei minhas coisas nela. Deitei em minha cama olhando para o teto, acompanhada de minha amiga que sentou a meu lado.

Ela começou a cantarolar nossa música preferida, esperando que eu a acompanhasse como fazia sempre, mas para surpresa dela, comecei a rir muito alto, como se alguém me fizesse cócegas. Era uma simples reação a tudo que havia acontecido desde a noite anterior, uma coisa que estava presa em mim e que acabara de explodir.

Sentei-me e olhei para Lisa que ria de mim e depois a puxei para se levantar. Começamos a pular na cama feito duas crianças em uma cama-elástica. Então Sophia entrou no quarto e olhou incrédula para a cena.

- Vocês fizeram 18 ou 8 anos?

- Cale a boca. Estamos apenas felizes. – ri, enquanto caía sentada na cama – O que você quer?

- Só queria te perguntar – sentou em minha cama de frente para mim – o que foi que o Felipe te deu. Pensa que não vi vocês saindo ontem da festa? O que aconteceu?

Fiquei muito vermelha, sentindo meu rosto ferver. Olhei para Lisa que me encarava calada e depois voltei a olhar Sophia. O que aconteceu devia estar estampado em meu rosto, pois ela arregalou os olhos e escancarou a boca, quando me levantei sem saber o que dizer.

- Vai saindo irmãzinha. Temos coisas para fazer. – puxei-a da cama e empurrei-a para a porta.

Ela virou para mim, soltando minhas mãos de seus ombros.

- Aconteceu o que penso que aconteceu?

- Sophia... – não sabia o que falar, e Lisa continuava quieta.

- MEU DEUS! – ela gritou.

- Cale a boca. – falei sem conseguir aumentar o tom de voz – Se falar algo para a mamãe, eu juro...

- Claro que não vou dizer nada. Acha que sou louca?

- Realmente quer que eu responda? – perguntei e ela revirou os olhos.

Ela queria que eu contasse tudo, mas obviamente não contei nem a metade. Falei apenas o suficiente para deixá-la satisfeita e parar de me incomodar.

O resto do dia tentei me distrair com as duas, fazendo de tudo um pouco. Fomos a sala de jogos e testamos quase tudo que havia lá: pingue-pongue, xadrez, cartas, futebol de botão, e até vídeo-game, que não costumava jogar, achava que era jogo para meninos. Mas tudo que vinha a minha cabeça era Felipe, Felipe, Felipe...

P.S.: Guriias me deu aloka ahshashahsa. Decidi q toda a vez q eu postar um capítulo vou dedicar ele pra alguém... O capítulo de hj eu vou dedicar pra Nathee... amoore, to aqui forever and ever!!! Aaaaah!! Faltam 7 dias pra Eclipse e 4 pro meu niiiiver!! Taah jah falei demais... beijinhoos, fuuui...

4 comentários:

  1. OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN *---------*
    QUE LINDAAA!
    Oooooobri Báh! Me sinto MUITO honrada!
    Tu sabe que eu também to aqui forever and ever, né!?
    Te amo muito guriazinha!
    4 DIAS!
    Beeeeeeijos da tua fã número 1, Nathee =D

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  2. AMIGA, que limdo sério *-*.
    Ai que homem, guri, sei lá OSPAOS.
    Continua assim amiga, te amo forever.
    Beijo Robs.

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  3. BAAAAAAAAAAAAAH! queeee amoreeeeeeee *--------*
    oooooooooooooomg!!
    posta mais posta mais! te amo demaaaais =D
    bjão da rafaaaa!!

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  4. BAAAAAAAAAAAAAAAAH! queee linduxooos *---------*
    ooooooomg ^^ posta mais posta mais!
    amooo-te!
    bjoooos da rafa!

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