segunda-feira, 19 de julho de 2010

Aeee, maais!!

Oiiiiee bunitinhaas... To aqui com mais um capítulo, antes q eu apanhe de alguéem =P
Não me matem por favor, demorei mas to aqui. Até pq se me matarem vão ficar sem mais capítuloos hshashahashahsah
Espero q gostem... o negocioo tah beem tensinhoo hihi, beijinhooos

CAPÍTULO 9 – CONCILIAÇÕES

Quando desci, ela me aguardava sentada no sofá, e quando me viu, acenou para eu segui-la para fora da casa. Andamos um pouco até uma praça, onde sentamos em uns balanços antigos, mas resistentes. Esperei um pouco e ela começou a falar.

- Bom. Você deve achar estranho o que estou fazendo, não é?

- Sim, confesso que sim.

- Então me deixe explicar. – ela virou de frente para mim – Não sei se você ouviu, eu e o Felipe discutindo ontem a noite?

- Ouvi, mas ele não quis me dizer o que houve. – entendia cada vez menos o que ela queria.

- Eu tentei beijar ele a força. – ela olhou para baixo.

- O que?! – fiquei com raiva. O que ela queria me dizendo aquilo?

- Acalme-se. – como ela queria que eu me acalmasse? – Felipe não correspondeu.

- E você fez tudo isso só para me dizer que ele não correspondeu?

- Não. – fez uma pausa – Quero te pedir perdão. Só agora entendo o que ele sente por você. É amor de verdade. Um amor que ele nunca sentiu por mim. E, que agora, nem eu sei se senti por ele.

- Está me pedindo perdão? – fiquei pasma.

- Sim. Não tenho o direito de me meter, e para ser bem sincera, nem Cláudia o tem. Será que... podemos ser amigas. – ela estendeu a mão.

Fiquei atordoada com tudo aquilo, mas pude entender claramente o lado dela. Então decidi optar pelo lado que deixaria a mim e a Felipe mais felizes. Apertei a mão dela e sorri, iniciando uma boa amizade, eu sabia.

Saímos da praça e começamos a voltar para a casa. Dentro de mim havia felicidade pelo que acabara de acontecer, que mesmo sendo estranha era boa, me acalmava e me dava mais esperanças de que Cláudia um dia me aceitasse. Fernanda me desviou de meus pensamentos quando começou a falar.

- Estou curiosa para saber o que Cláudia dirá sobre isso. Sobre minha súbita mudança de ideia, como ela mesma diria.

- Eu também.

- Mas não me importo. Essa é minha decisão e não vou mudá-la.

Sorrimos uma para a outra.

- O que me deixa mais curiosa é o que Felipe vai pensar. – continuei.

- Verdade. – ela concordou.

- Isso vai ser engraçado. – ri. – Ai meu Deus! – no meio da rua havia um animal atropelado. Detive-me na calçada, mas Fernanda foi até ele.

- Covardes inúteis! – xingou.

Depois disso, tudo ocorreu muito rápido. Um carro veio em alta velocidade, e iria atropelar Fernanda.

- Fernanda. – gritei e ela se virou para mim, mas não se levantou.

Então corri para o meio da rua e empurrei-a, tirando-a da direção do carro, que devia ser dirigido por alguém bêbado. Mas não tive a mesma sorte. O carro me atingiu do lado do corpo, me derrubando no chão e ainda passou por cima da minha perna. Antes de desmaiar, ainda consegui ouvir os gritos de Fernanda, que chorava e Felipe, que vinha correndo de dentro da casa e gritava meu nome.

Quando acordei estava tonta, via tudo nublado e parecia que havia algo muito pesado comprimindo minha perna. Depois de alguns segundos olhei para o lado e vi Felipe, que dormia. Pelo jeito, parecia que estava ali a muito tempo, e comecei a me perguntar a quanto tempo eu estava ali.

Não quis incomodá-lo, então o deixei dormir, tentando não fazer barulho. Mas meu corpo pareceu ir contra mim. Quando tentei me sentar na cama, senti dor por todo ele. Soltei um grito de dor que saiu sem minha vontade e acabei acordando Felipe.

- Nina. Meu amor. Como se sente? – levantou-se e veio até mim.

- Como se um caminhão tivesse passado por cima. – ri e minha barriga doeu.

- Foi um carro, mas foi ruim do mesmo jeito. Eu sinto muito.

- Tudo bem. Você não tem culpa. Como está Nanda? – quis saber.

- Nanda? – estranhou meu novo jeito de chama-la – Ela está bem, só sofreu arranhões.

- Graças a você. – disse ela, que entrava no quarto. – Como se sente?

- Melhor. Que bom que está bem. – Felipe parecia mais pasmo a cada segundo.

- Quando foi que se tornaram amigas de infância? – ele perguntou rindo.

- Minutos antes de eu ser atropelada por um bêbado idiota. – ri também. – Aliás, sabem algo dele ou dela.

- Ele. – respondeu Nanda. – Lipe anotou a placa e agora ele vai responder por isso. Não se preocupe.

- Por mim ele poderia ter batido o carro em um poste. Não ficaria nem um pouco triste. – falou Felipe irritado.

- Não diga isso. Não se deseja isso a ninguém. – bati três vezes na mesinha de madeira a meu lado.

- Tem noção do que senti ao te ver daquele jeito?

- Vou deixá-los. – interrompeu Nanda, me dando um beijo na testa. – Volto para vê-la. – saiu do quarto.

Voltei o rosto para Felipe e continuei de onde ele havia parado.

- Eu estou aqui, não estou?

- Mas poderia não estar. Entrei em pânico quando vi que você não acordava.

- Eu acordei Felipe. – apertei forte sua mão. – E estou aqui com você, está vendo? – sacudi a mão a frente de seus olhos.

- Boba. – sorriu – Não sei o que faria se o pior tivesse acontecido. Aliás, sei sim. Iria logo atrás de você. – ele parecia melancólico demais.

- Cale a boca. – gritei.

- Mas...

- Se vai falar besteiras, poupe o trabalho. – virei o rosto.

- Tudo bem. Tudo bem. Mas é verdade. – revirei os olhos. – Olhe para mim.

- Você me irrita falando assim.

- Eu sei. – ele se aproximou e me beijou delicadamente. – Mas... – recomeçou a falar.

Porém eu o puxei para mim, pois sentia uma profunda vontade de estar com ele, de beijá-lo, de não larga-lo mais. Ele retribuiu e me abraçou tomando muito cuidado de não me machucar.

- Desculpem. – alguém entrou no quarto, fazendo-nos parar. – Volto outra hora.

- Não. – falei rápido, ao ver que era Cláudia. – Fique.

- Não atrapalho?

- Não. – respondi, enquanto Felipe a fuzilava.

- Eu... – ela respirou fundo – Só queria conversar com você.

- Não é uma boa hora. – Felipe cuspiu as palavras. Parecia bravo com ela ainda.

- Não vejo problema. – olhei-o firmemente e ele acenou com a cabeça.

- Tudo bem. – cruzou os braços. Virou-se para ela – Pode começar.

- Felipe. – falei calmamente – É melhor você sair.

- O que? – me olhou incrédulo.

- Por favor. – sustentei seu olhar.

- Está bem. – falou depois de alguns segundos.

Aproximou-se de mim e me beijou por um longo tempo, como se para jogar na cara de sua mãe. Afastei-o delicadamente e sorri. Então ele saiu e Cláudia começou a falar.

- Serei rápida. – olhei-a firmemente. – Quero agradecer por Nanda e pedir desculpas por ter sido tão dura e não ter visto quem você realmente era. Agora sei que ama mesmo meu filho.

- Mais que tudo. – afirmei.

- E ele a você.

- Fico feliz por ouvir isso. Só acho uma pena tudo isso ter acontecido para você se dar conta da verdade.

- Eu sei e peço perdão. Só quero que entenda. Sei que o que ele sente não é de agora e o vi sofrer por causa disso. Era esse meu medo. Mas ele te ama e eu vou ter que me conformar. E o que você fez por Nanda, não há o que pague.

- Não quero que goste de mim só pelo que fiz.

- Prometo que não será assim. Apenas me dê um tempo. Por enquanto, será que pode me aceitar como sogra? – estendeu a mão.

- Desde que cheguei aqui, era tudo que queria ouvir. – Apertei-a.

- Fico feliz. – soltou a mão – Agora vou indo. Felipe não vai agüentar mais que cinco minutos longe de você. – sorrimos.

Cláudia saiu do quarto e Felipe entrou em seguida. Lágrimas começaram a sair dos meus olhos e ele correu para mim, sem entender o porque daquilo.

- O que foi? O que ela fez?

- Nada.

- Então por que está chorando?

- Não sei. Emoção. Não sei se tenho um motivo.

De umas semanas para cá eu estava chorando muito e sem motivos aparentes.

- Tem certeza?

- Sim. Talvez seja porque gostei de ter o consentimento dela.

- Que bom. – beijou minha testa – Mas se for outra coisa me fale.

Balancei a cabeça afirmativamente e mudei de assunto.

- Meus pais estão sabendo?

- Sim. Meu pai foi contar. – olhou o relógio – Agora deve estar vindo com eles.

- O que? Ele foi até lá só para avisá-los?

- Foi. Mas pense. Seus pais ficariam muito preocupados. Assim fica mais fácil. Eles ficam mais tranquilos.

- Obrigada. – passei a mão pelo seu rosto.

- Não há de que. – beijou-a.

Conversamos mais um pouco até uma enfermeira trazer o meu almoço. O cheiro daquela sopa de hospital me fez enjoar, e Felipe teve de sair correndo atrás de algo em que eu pudesse vomitar.

Ele ficou muito preocupado, pois eu estava muito pálida, mas eu disse que estava bem, que ele ficasse descansado. Mas só se aquietou depois que eu decidi dormir, o que me fez muito bem.

Como já era tarde a hora que fui dormir, só acordei no outro dia. Felipe dormia espremido do meu lado, em um sofá-cama que era muito menor que seu tamanho. Vê-lo ali me deu uma estranha sensação de paz, pois sabia que o teria a meu lado, não importava o que acontecesse dali par frente nem das decisões que tomássemos. Ou assim eu esperava que fosse.

- Amor? Felipe? Amor. – acordei-o.

- O que foi? – ele deu um pulo do sofá-cama – O que aconteceu?

- Nada. Eu estou bem.

- Que susto me deu. – se jogou novamente no sofá. – Então por que me acordou? – falou de um jeito debochado.

- Fiquei com pena de vê-lo apertado nesse sofá pequeno.

- Não se preocupe, estou bem aqui.

- Está? Então não preciso te convidar para deitar aqui comigo. – ironizei.

- Isso é golpe baixo. – ele riu. – Tem certeza que tem espaço aí para mim?

- Desde que não role para cima de minha perna, sim.

- Muito engraçado.

Depois que ele deitou comigo, não demorei a pegar no sono. Afinal, aquele era o jeito que eu mais gostava de dormir, nos braços dele, me sentindo completamente protegida e ligada a ele para sempre.

Porém levei um susto ao acordar. No sofá que antes dormia Felipe, meu pai e minha irmã estavam sentados, olhando para mim. Eu não sabia se ficava feliz por tê-los tão perto de mim, ou envergonhada por saber que meu pai me via dormindo abraçada a Felipe.

- Pai! Sophia! Que bom vê-los. – falei enquanto tentava acordar Felipe com cutucões na barriga.

- Como se sente filha? – perguntou papai, que tentava desviar o olhar de Felipe.

- Melhor agora que estão aqui. Onde está mamãe?

- Falando com a médica.

- O que foi? – Felipe acordou – O que foi?

- Olá Felipe. – disse Sophia rindo.

- Ah! Seu Luiz! Sophia. – começou a levantar da cama – Como vão?

- Bem, bem. – papai falou sem olhá-lo.

- Com licença. – Felipe beijou minha testa e foi até o banheiro.

- Estão aqui a muito tempo? – perguntei tentando desfazer o clima.

- Não. Faz pouco tempo que chegamos. – meu pai fez uma pausa. – A médica diz que você recebe alta amanhã. Sua mãe ficará aqui para te levar para casa. – veio até minha cama e segurou minha mão.

- Não precisa. Felipe me leva. – ele me olhou com reprovação – Tudo bem. Tudo bem.

- Ótimo. Agora nós vamos indo. Sua mãe estará logo aqui. – beijou minha testa.

- Não podem ficar mais?

- Não. – falou parecendo contrariado – Temos que voltar agora.

- Tudo bem, então. Vejo vocês amanhã.

- Se Deus quiser, minha filha.

- Depois quero assinar esse gesso. – disse Sophia, saindo do quarto com meu pai.

Tive de rir de minha irmã mais nova. Segundos depois meu celular tocou. Era Lisa, que devia estar mais preocupada que o necessário.

- Oi Lis.

- Como você está? Como se sente? Machucou-se muito? Fiquei tão preocupada... – ela falou de uma vez.

- Estou bem, não se preocupe. Volto amanhã.

- Ótimo, pois quero saber de tudo.

- Claro que quer. – ri – Amanhã nos falamos.

- O.k. Mande um beijo para Felipe. Até.

- Pode deixar. Até.

Desliguei o telefone e coloquei-o na mesinha de cabeceira. Deitei a cabeça nos travesseiros e fechei os olhos, pois ainda parecia que algo comprimia meu corpo e tentava afastar essa sensação.

Algum tempo depois, ouvi a porta do banheiro bater e vi Felipe caminhando em minha direção. Ele acabara de tomar banho e seus olhos verdes estavam bastante destacados. Com uma das mãos mexia no cabelo bagunçado e molhado, de um jeito que me enlouquecia. Sorrindo e vendo o jeito que eu o olhava ele perguntou:

- O que foi Nina?

- Isso é covardia.

- O que? – sentou na ponta da cama, ainda mexendo nos cabelos.

- Eu estou aqui horrível jogada em cima desta cama e você aí – apontei para ele – perfeito.

- Acho que não. – ele balançou a cabeça – Estou muito longe da perfeição. E você é a atropelada mais linda que já vi.

- Mentiroso.

- Acha que eu mentiria pra você? – ele se aproximou.

- Na verdade não. – nós rimos – Então digamos que é coisa de alguém cegamente apaixonado.

- Apaixonado sim. – passou a mão pelo meu rosto – Cego não.

- Está bem. – beijei sua mão – deixe assim. – fiz uma curta pausa – Venha cá.

Ele se aproximou de mim e quando ia me beijar, meu celular tocou novamente.

- Ótimo. – ele soltou se afastando – Espero que seja alguém importante.

Sorri para ele, peguei o celular que ele me alcançava e atendi sem olhar o número, como havia me acostumado.

- Alô.

- Marina. É o Anderson.

- Anderson? Está tudo bem? – perguntei curiosa. Tentei imaginar qual o trabalho da faculdade que eu havia atrasado.

- Comigo sim. Mas fiquei sabendo que você se acidentou.

- Ficou? – Lisa devia ter contado. Desde quando ele perguntava coisas sobre mim para ela? E desde quando ela respondia?

- É. Queria saber se está bem, se precisa de ajuda.

- Estou bem. Minha mãe e Felipe estão comigo. – olhei para ele e ele encarava uma janela de braços cruzados.

- Ah. Tudo bem então. Tchau.

- Tchau.

Larguei o celular na mesinha ainda tentando entender o porquê daquela ligação. Depois me concentrei em Felipe que parecia irritado. Ele realmente não gostava daquele garoto e tinha razão, ele era estranho.

- Felipe. – nada – Amor, Felipe. – nem se mexeu.

Então fiz a única coisa que faria ele esquecer a raiva e vir falar comigo.

- Ai. Aaaaaaai. – gritei como se estivesse sentindo dor.

Deu certo. Ele veio correndo até mim, perguntando o que eu sentia. Eu apenas ri vendo que ele caíra direitinho.

- Muito engraçada que você é. – ele se virou para se afastar. Segurei-o pelo braço.

- Olhe para mim. – não o fez – Agora é você que está agindo como uma criança.

- Eu sei. – virou-se e sentou na ponta da cama. – É só que não gosto disso. Ele te liga toda hora.

- Mentira. – ri – Desde que o conheço ele só me ligou duas ou três vezes. Não exagere.

- Que você tenha visto. – olhei com dúvida para ele – Ele sempre liga, mas eu não deixo você atender.

- Aaaaaaaaaaaaaaah. Agora entendo. – peguei sua mão – Mas você sabe que eu não daria nenhum tipo de esperança para ele.

- É. Acho que sei. – ele tentou me beijar, mas eu o afastei. Ele me olhou sem entender.

- Você acha? – irritei-me e me virei na cama, ficando de costas para ele.

- Desculpe. – tentou me virar. – Sei que não daria.

Não respondi nem me virei. Eu até gostava do ciúme dele, mas Felipe exagerava. Parecia que não confiava em mim. Como se eu tivesse o traindo o tempo todo. Ou ele se controlava, ou ainda iríamos brigar muito. Infelizmente eu sabia que agia do mesmo modo em relação a ele.

Vendo como eu havia ficado brava ele agiu através de meu ponto fraco: ele mesmo. Começou a beijar meu pescoço, ao mesmo tempo em que pedia desculpas e tentava me virar de frente para ele.

- Isso não vai resolver toda a vez que me deixar com raiva. – falei quando ele conseguiu fazer minha raiva passar.

- Eu sei. Mas agora resolveu, é o que interessa.

- Dessa vez passa. – me beijou.

Ouvimos três batidas na porta e nos afastamos. Minha mãe entrou com um sorriso fraco e uma expressão estranha no rosto.

- Mamãe. Que bom vê-la. – estendi a mão quando ela se aproximou.

- Como você está princesa? – ela parecia preocupada.

- Bem. Aconteceu alguma coisa? – perguntei apreensiva.

- Não, não. Como vai Felipe? – mudou de assunto.

- Bem. E a sen... digo... você?

- Bem também. – ela sorriu.

O dia passou rápido com minha mãe ali. Expliquei a ela como o acidente tinha acontecido, e como – tirando essa parte – tudo fora ótimo naquele fim-de-semana. Na hora do almoço enjoei de novo com o cheiro da sopa, mas minha mãe não pareceu surpresa.

Os dois ficaram a meu lado o tempo todo, mas na hora de dormir, Felipe teve de ir embora, pois minha mãe insistiu em ficar comigo. Ele ofereceu a casa dos pais, onde ela ficaria mais confortável, mas ela disse que tinha de ficar com sua filhinha querida.

P.S.: Oi, entaaum, to viciando nesse negócio de p.s. ashashasahshahsa maas enfiim, hj eu dedico o post pra minha bebê, Rafinha esse é pra ti amoree, q tah sempre empolgada pra ler hihi amo mto vc gatinhaa!!


3 comentários:

  1. aaah muuuuito bom! como sempre!
    já to ansiosa pro proximo!
    :DD
    parabens guria!
    beijaao
    e aaah FELIIZ DIA DO AMIGO :)
    te amo bem pouquinho hehe

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  2. EEEEEEEEEEEEEEEEEEBA! pra mim!o// eu empolgada? psssssss, quase nada =P hehe, guriaa, ta mutoo booom o livroo, mesmo mesmo, parabééns! te amoo gatenha!
    ps: feliz dia do amigo =D

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  3. Sóóóó no love esses dois! OING!
    Muuuuito legal guriaa! To amando =)
    Beeeeeeeeeeijos da tua fã número 1! (só pra criar uma intriga :b)
    Amo-te!

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